Há de se respeitar um povo que optou em carregar suas próprias pedras no deserto em vez de aceitar passivamente o pão do opressor.
Eu, que me fortaleço-e-me-escondo atrás desse muro de rochas, não lamento. E sigo. Afinal, um passo para frente, é sempre para frente. Com pedras ou não pelo caminho.
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